sábado, 26 de março de 2011

As 10 marcas mais valisos do Brasil

Os Bancos lideram ranking de marcas nacionais
Texto de Daniela Moreira, da Exame.com e adaptado por Paulo Chertach

 A consultoria Brand Finance divulgou segunda-feira dia 21/03, seu ranking mundial com as 500 marcas mais valiosas do mundo. Entre elas, 10 marcas brasileiras se destacaram.
A exemplo do que aconteceu em edições anteriores do estudo, os bancos tiveram o melhor desempenho, ocupando as três primeiras posições. O Bradesco foi o líder. A marca subiu da 43ª posição do ranking geral no ano passado para a 28ª neste ano.

De acordo com a consultoria, as marcas sul-americanas foram as que mais se valorizaram em relação ao ano passado (cerca de 84%), graças principalmente ao Brasil.

Confira a seguir as 10 marcas brasileiras mais valiosas, segundo a Brand Finance:
 
1
 Bradesco
 US$ 18,678 bilhões
2
 Itaú Unibanco
 US$ 16,655 bilhões
3
 Banco do Brasil
 US$ 9,526 bilhões
4
 Petrobras
 US$ 8,697 bilhões
5
 Oi
 US$ 5,046 bilhões
6
 Vivo
 US$ 4,286 bilhões
7
 Vale
 US$ 3,749 bilhões
8
 Pão de Açúcar
 US$ 2,723 bilhões
9
 Eletrobrás
 US$ 2,519 bilhões
10
 Natura
 US$ 2,274 bilhões

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Erros na Entrevista - Parte 02

Continuando a postagem anterior sobre os 10 erros  que não se deve cometer em uma entrevista pra relembra foi falado sobre 5 erros eles são: Português inadequado, Vestimenta, Falta de Ética, Postura Corporal e conversas, caso queira ver esse post no final deste tem o link que te direciona ate ela.

Continuando, os 5 erros restantes falaram mais sobre atitude e controle do tempo psíquico.

6. Mentiras: 
- Não invente cursos ou experiências em  nem uma parte da seleção (currículo ou entrevistas). Você poderá ser testado, caso a empresa perceba que as informações estão incorretas, poderá finalizar sua participação tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.

7. Falta de conhecimento: 
- Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Faça buscas na Internet assim você poderá ter mais idéias de como ela esta posicionada no mercado e mostrará interesse ao entrevistador.
- Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa isso demonstrará interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.

8. Atrasos: 
- Chegar depois do horário não é bom para sua imagem procure saber o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos.
- A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento, 15 minutos de antecedência é o indicado.

9. Falta de postura corporativa: 
- As dinâmicas são um momento de avaliação.
- Evite conversas não relacionadas com a atividade executada.
- Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador.
- Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.

10. Falta de participação: 
- Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades.
- Tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço.
- Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.

Esses 10 erros na entrevista foi retirado de uma matéria com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube e dicas pessoais minhas que aprendi na faculdade e conversas com outras pessoas, por isso essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade.



Link da postagem: Erros na Entrevista - Parte 01: http://j.mp/husdQz 





Meu Twitter: @ chertach (link)

Cresça em vendas

Sites de e-commerce nos últimos anos andaram crescendo no Brasil até mesmo porque o numero de consumidores online cresceu desde 2009 que eram cerca de 17,6 milhões de pessoas que geraram um faturamento de R$ 10,6 bilhões já em 2010 o mercado de compras OnLine chegou próximo ao faturamento de R$ 15 bilhões, ou seja, quase 40% a mais que o ano anterior e para a Câmara Brasileira de comércio Eletrônico ( camara-e.net) em 2011 o mercado deve continuar a crescer e ficará próximo aos 35% isso também dependerá de fatores macroeconômicos.


Para melhor atender seus clientes grandes empresas, principalmente as empresas americanas, fazem seu CRM virtual. Elas conseguem ter todas as informações de navegação (visitação) do consumidor ao site como paginas vistas, produtos visitados, produtos comprados, tempo de visitação, e entre outros, dependendo do sistema de CRM (Customer relationship management - Gestão de Relacionamento com o Cliente) que a empresa tem ela consegue informações de outros sites ou sistemas CRM do mesmo cliente com isso formando um banco de dados com milhões de informações sobre seus clientes.

Milhões de informações sobre clientes de nada valem se não forem bem utilizadas, bem analisadas. Esse  sistema permite que você trabalhe melhor com seu cliente podendo criar um ambiente de relacionamento diferenciado que atenda suas necessidades, disponibilizar ferramentas de interação, oferecer produtos e ofertas direcionadas e casadas, envio de e-mail marketing direcionado, etc.

Pra que focar no cliente?

Focalizar nos clientes é uma boa pratica para gerar a recompra e a fidelização do mesmo, fazendo com que ele passe a comprar e a confiar em sua loja. Um cliente fidelizado é uma garantia futura de que ele sempre compra em sua loja virtual, pois ele confia e para criar esse relacionamento basta ter a informações corretas, adequada e planejar um estratégia que esteja dentro da sua necessidade e capacidade de colocá-la em pratica.

Existem algumas maneira de criar esse relacionamento e incentivar as compras e recompras:

- Bom atendimento
- Ofertas de produtos novos
- Venda Casada
- Melhores preços
- Vantagens
- Primeiro a comprar um novo produto
- Feedback ao cliente
- Entre outras que atendam as necessidades.

Maneiras de fidelizar o cliente nascem constantemente no mercado, fique atento, use a criatividade se você não tem o CRM em seu e-commerce pense em colocar, caso já tenha faça bom uso dessas informações alavanque suas vendas.



Meu Twitter: @ chertach (link)


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Na Campus Party, jornalistas discutem o papel das Redes Sociais na imprensa

Facebook, Twitter e outras redes sociais estão mudando a forma como a mídia se relaciona com os leitores
Da esquerda para a direita: Demi Getschko, Alexandre Matias, André Forastieri e Ana Brambila
Da esquerda para a direita: Demi Getschko, Alexandre Matias, André Forastieri e Ana Brambila
Você confia nas informações que você recebe pelas redes sociais? Sabia que uma das grandes tendências da mídia é cada vez mais fazer uso dessas informações? Um exemplo: a conta de Twitter de um candidato a um cargo público pode ser usada como fonte de informações sobre as atividades desse candidato. Outro exemplo mais recente é o recente desastre ocorrido no RJ – muita gente postou informações nas redes sociais e parte dessas informações foram usadas pela imprensa. Isso é extremamente positivo para a mídia na medida em que as informações se tornam mais ágeis, mas elas são confiáveis?
Esse foi o tema do debate Confiabilidade da informação nas Redes Sociais, do qual participaram os jornalistas André Forastieri – diretor de editorial da Tambor Digital, Alexandre Matias – editor do caderno Link, do Estado de S.Paulo, Ana Brambila – Editora de Mídias sociais do portal Terra e o engenheiro Demi Getschko – presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, responsável pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.
forasta
O primeiro ponto debatido foi a diferenciação entre jornalismo e mídia social. André Forastieri aponta que “o jornalismo como a gente conhece está morrendo; ele é calcado em checagem, fontes, história...tem uma certa precisão. Já mídia é qualquer coisa, é o papo de bar, é a história que passa de boca em boca. E a mídia social tem essas características”.
Para Alexandre Matias, “o jornalismo está passando por uma transformação onde cai a fronteira entre o online e o offline. O desafio hoje é estar perto e interagir com o leitor. Mas, pelo menos por enquanto, o que dá credibilidade para um veículo ainda é o nome”.
matias
Um consenso entre os participantes é que pouca coisa mudou na internet, exceto as ferramentas. Demi se lembra que começou a usar a internet em 1989 “em listas de discussão como a Brasnet. A diferença entre aquela lista e o que acontece hoje no Facebook ou no Twitter é a ferramenta que é mais desenvolvida”. Para ele, a questão do debate da confiabilidade está além da questão da veracidade da informação. O que realmente importa, segundo ele, é a análise dos dados.
E esse parece outro ponto em que todos concordam. Com a quantidade de informações que circula hoje na rede é importante para os veículos que seus jornalistas tenham o bom-senso de checar suas informações e suas fontes. Nada de novo em termos jornalísticos, mas uma prática que parece estar se perdendo, segundo Ana Brambila: “O jornalista precisa checar suas fontes. No Terra, nós monitoramos mais de 1500 perfis de celebridades no Twitter todos os dias. É preciso ter certeza de que aquele perfil é realmente da celebridade”.
Ela cita um exemplo onde a sua equipe começou a desconfiar de que o perfil de Ana Maria Braga não era realmente dela. Haviam postagens no horário em que o seu programa estava sendo gravado, por exemplo. Uma ligação para a assessoria de imprensa resolveu o problema: o perfil era verdadeiro.
A internet está fechando?
demi
Uma preocupação recorrente entre os participantes da Campus Party (entre eles Al Gore e Tim Berners-Lee que palestraram ontem) é de que as grandes corporações e governos passem a exercer controle sobre o acesso à rede.
Demi não entende que isso seja possível: “Os modelos estão mudando e é claro que ninguém quer perder os seus negócios e privilégios. Mas não acredito que haja algo que justifique o fechamento completo. O CGI tem trabalhado para manter a internet absolutamente aberta”.
Já Forastieri entende que “o leitor precisa aprender a ter senso crítico para que consuma informação em vários lugares diferentes e crie sua própria opinião. Os geradores de conteúdo hoje dão tudo mastigado e logo vão querer cobrar por esse conteúdo. As corporações querem transformar a Internet em um grande shopping center”, alerta.
Ele continua dizendo que “a tendência dos portais é atingir as grandes massas, o mesmo público que assiste TV. Só um terço da população tem acesso à internet, o restante continua tendo a TV como maior fonte de informação e entretenimento. Isso afeta diretamente o conteúdo”.
ana
A grande polêmica em torno da mídia social hoje em dia gira em torno do WikiLeaks. Sites como ele, que propagam informação assim como o YouTube e outros podem ser considerados jornalísticos?
Para Ana Brambila, não. “O WilkiLeaks e outros propagadores de informação são apenas um ponto de partida. Uma fonte onde jornalistas podem pegar a informação e começar o trabalho”.






Ativista do software livre quer que cada brasileiro tenha o seu computador - Parte 03

Os números do Projeto
mad3
Para cobrir o Brasil inteiro, com um computador para cada pessoa, estima-se que sejam necessárias 400 milhões de unidades de thin-clients e 1,3 milhão de servidores.
Para cuidar de todas essas máquinas será necessário treinar 10 mil SAs por mês durante 200 meses (10 anos). Cada SA cuidaria de aproximadamente 300 thin-clients. Cobrando US$ 6 por mês por thin-client, o SA teria uma renda mensal de US$ 1800.
Cada thin-client custaria US$ 200 para o consumidor final.
O custo atual para instalar fibra ótica em toda uma casa é de R$ 1500 – basicamente mão-de-obra. Maddog já está conversando com a Telefonica para que esse custo seja repartido entre várias construções ao mesmo tempo, para reduzir o custo da operação.
E quando tudo isso vai acontecer?
Atualmente, Maddog e a equipe do Projeto Cauã estão levantando recursos para começar a desenvolver os thin-clients e servidores. Ainda neste ano espera-se que projetos-piloto já possam ser instalados e os resultados desses primeiros testes serão publicados.
Para o ano que vem, Maddog espera estar graduando a primeira equipe de Administradores de Sistema.
Para maiores informações sobre este incrível projeto acesse www.projectcaua.org


Ativista do software livre quer que cada brasileiro tenha o seu computador - Parte 02

Tecnologia Verde
mad2
Outra vantagem do projeto de Maddog é que os computadores causam menos impacto ambiental. Por exemplo: um computador atual consome em média 300 watts de eletricidade. Os thin-clients do projeto Cauã consumiriam meros 10 Watts, simplesmente porque não precisam de disco nem de ventilador. E justamente por não terem disco, podem ficar ligados indefinidamente, evitando o gasto extra de energia do processo.
Também são duráveis. A estimativa do projeto é que a duração média dos thin-clients seja de dez anos.
Além disso, os computadores usariam menos componentes nocivos à natureza e teriam mais partes recicláveis do que uma máquina comum.
Tecnologia brasileira e fomento econômico
Outro problema com os computadores atuais é o preço. Quase a metade do valor de um computador hoje é composta de impostos. Maddog já está em negociações com pesquisadores da USP para que o modelo do thin-client e dos servidores usados no Brasil sejam desenvolvidos aqui, usando tecnologia local.
Além melhor adaptados à nossa realidade, os computadores seriam produzidos aqui, reduzindo o custo e gerando empregos locais.
A manutenção dos equipamentos seria feita pelos Administradores de Sistema (SAs) treinados pelo projeto Cauã. A ideia é que em cada local onde haja um servidor do projeto, haja um Administrador capacitado para resolver qualquer problema ou fazer qualquer atualização necessária. Os SAs também estariam capacitados para dar consultoria aos usuários tanto no uso quanto na montagem dos equipamentos.


Ativista do software livre quer que cada brasileiro tenha o seu computador - Parte 01

John Maddog apresenta na Campus Party o Projeto Cauã que ainda prevê a cobertura wi-fi de todas as grandes cidades brasileiras e a geração de 2 milhões de empregos
John Maddog Hall é defensor do software livre e está à frente do Projeto Cauã
John Maddog Hall é defensor do software livre e está à frente do Projeto Cauã












Você sabe um pouquinho de computadores? Quer ganhar um salário de R$ 4000 mensais com tempo de sobra para gerar até mais R$ 4000 de renda extra? Isso parece uma daquelas propagandas mandadas por email ou coladas em pontos de ônibus na cidade, mas é como o carismático John Maddog Hall começou sua palestra na Campus Party. Maddog é um conhecido defensor do software livre. É executivo da Linux International que se dedica à promoção de aplicações de software aberto. Está no Brasil para apresentar um projeto ambicioso e, à primeira vista, utópico batizado de Projeto Cauã.
O projeto envolve tanto software quanto hardware e foi desenhado com dois objetivos: gerar empregos para pessoas interessadas em se tornarem administradores de sistemas e literalmente transformar o modo como os habitantes de grandes cidades no Brasil e na América Latina acessam a Internet.
Os pontos principais do projeto envolvem computadores fáceis de usar (que ele chama de thin-clients) e mais amigáveis com o meio-ambiente – com menor consumo de energia, mais duráveis e com partes recicláveis; acesso WiFi gratuito nas grandes áreas urbanas e supercomputação gratuita ou a baixo custo ao alcance de todos; tudo isso embalado em um pacote economicamente sustentável, sem usar um centavo de dinheiro público. Por que fazer isso?
Um dos pilares do projeto está na inclusão digital em duas frentes. Para Maddog, os computadores de hoje são muito difíceis de serem usados e pouco confiáveis e a cada falha dinheiro é perdido tanto para empresas quanto para pessoas. A frustação de não saber lidar com esses erros faz muita gente desistir de usar os computadores – pense nos seus pais ou nos seus avós tentando lidar com um travamento.
Isso seria resolvido com duas soluções: construir computadores mais simples e confiáveis, além de treinar e capacitar pessoas para resolverem rapidamente possíveis problemas e para ajudarem aos que mais tem dificuldade de lidar com a máquina.
mad1
A estrutura sonhada por Maddog é digna de um filme de ficção científica.
Servidores de baixo custo desenvolvidos especialmente para serem mais duráveis e econômicos seriam instalados em todos os prédios das grandes cidades. Essas máquinas serviriam ao mesmo tempo como banco de dados e fonte de acesso à internet para todos os moradores ou condôminos do prédio – além de quartos de hotel e escritórios.
Em cada apartamento haveria um computador ligado a esse servidor. Esse computador seria a base para um centro de informações local com acesso à internet de alta velocidade (na casa dos gigabits por segundo), TV digital sem fio, Rádio e TV por IP, Telefonia por IP, controle de luzes e o que mais for possível controlar em casa com um computador.
A velocidade na internet seria tanta que haveria a possibilidade de simplesmente deixar a banda Wi-fi livre para que qualquer pessoa pudesse ter acesso à conexão em qualquer lugar da cidade. “Mas e meus dados?”, você pode perguntar.
Como o computador de casa não teria disco, todos os dados seriam criptografados e guardados no servidor. Documentos importantes que precisam ser vistos em outros lugares podem ser salvos em nuvem. É claro que a criptografia precisaria ser muito bem desenhada.


Fonte: http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27316783